terça-feira, 21 de novembro de 2017

A Aldraba em notícia no Jornal do Fundão




Na sua edição de 9 de Novembro  passado,  o Jornal do Fundão dá  notícia do Encontro que a nossa Associação fez em terras de Idanha-a-Nova nos dias 28 e 29 de Outubro. Embora de forma resumida, ali se conta por onde andámos e o que vimos sem nada ter sido esquecido.

O Jornal do Fundão foi, desde a sua fundação em 1946 por António Paulouro e em paralelo com o Comércio do Funchal, um jornal de grande rigor e de grande combatividade nos tempos da ditadura. Quer em termos informativos, quer do ponto de vista cultural – no seu Suplemento Literário eram incluídos amiúde trabalhos de muitos artistas e intelectuais perseguidos pelo regime de Salazar, sempre foi uma referência de enorme prestígio.

Alvo de uma vigilância apertada pela polícia política, PIDE, chegou a estar suspenso durante seis meses em 1965 por ter incluído na sua edição referências elogiosas a Luandino Vieira, então preso no Tarrafal e a quem a Sociedade Portuguesa de Escritores atribuíra o Grande Prémio de Novela. A partir daí seria obrigado a apresentar as provas à delegação de Lisboa dos Serviços de Censura e não de Castelo Branco, como era habitual.

Em 2011 foi inaugurada uma estátua do seu fundador, em frente às instalações do jornal no Fundão, na Praça Velha (espaço que ele definiu como a sua universidade), da autoria do escultor Francisco Simões que na altura diria ter usado o granito porque “Granítico é também o passado de Paulouro, o seu carácter e até a sensiblidade de um homem de aparência dura como o granito, mas que tinha a alma mais doce que conheci”.

Aquando dos seus setenta anos de existência foi feita uma edição de selos comemorativos na qual colaborou o artista Manuel Cargaleiro.

MEG (texto e fotografias)

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

"Tradição e sabedoria” : Jurar a pés juntos


















Significado: Declarar solenemente ser verdade aquilo que se diz.

Origem: A expressão surgiu através das torturas executadas pela Santa Inquisição, nas quais o acusado de heresias tinha as mãos e os pés amarrados (juntos) e era torturado para dizer a verdade.


Cafés Chave d’Ouro

quarta-feira, 8 de novembro de 2017

António Braz, o rambóia comendador


















Pré-publicação do artigo que vai sair no n° 22 da revista ALDRABA, a ser editado muito brevemente:


O burburinho deixava de ser burburinho para ser outra coisa. Incomodava de um núcleo a outro espalhado pela sala da biblioteca onde estava patente a exposição...

E as pessoas saíam de perto de mim, que entretanto explicava a fotografia de António Braz, o rapaz de 19 anos que sai de Tondela para a África do Sul em 1937, levando consigo uma caixa ou mala de ferramentas de carpinteiro.

Era a arte geracional de alguém que sonhava ser alfaiate ou militar. Assim não foi por desígnio de seu pai, mas nada o pôde contrariar a continuar com a vontade de erguer um mundo novo onde pouco de novo havia por entre o regime que dividia literalmente brancos e negros.

Visita Brooklyn do Pós-Guerra e leva para Pretória a ideia e a liquidificadora dos milkshakes... Os primeiros.

Mas não só. Leva também o projecto de arcas de amadurecimento de bananas que, importadas de Moçambique ainda verdes, em poucos dias se tornariam maduras e de qualidade soberba.

Banana King passariam a chamá-lo…

António Braz movimenta muito capital mas não renega as origens humildes. É nesse sentido que a família, através dos seus sobrinhos e da fundação com o mesmo nome, decidem erguer uma exposição comemorativa dos cem anos sob o seu nascimento.

Tondela abre-se ao seu famoso conterrâneo que se torna comendador da ordem de Benemerência e é distinguido diversas vezes com mérito por associações e pelos governos sul-africano e português.

Ora, a exposição dividida em quatro núcleos, com viagem de áudio walk pela cidade até um documentário com a sua vida e obra, reflecte a narrativa linear de alguém nada linear.

O homem da aldeia e de família, o empresário de sucesso, o coleccionador aventureiro e o anfitrião patrono das artes.

É nestes quatro núcleos que se espalham informações, obras e regras publicitárias à frente do seu tempo, sabendo que a quarta classe de escolaridade não o limita em nada. Torna-se um dos mais influentes emigrantes portugueses em África, dono de um patriotismo gigante e maior que o Adamastor.

Se assim não fosse, como não patrocinaria a viagem de recriação de caravela para ir além do cabo Bojador 500 anos depois, sendo o máximo responsável pela criação e colocação de um monumento ao navegador português?

Apreciador da vida... Era nos bares que fazia muito das suas colecções de garrafas e miniatura e outros artigos. E foi num bar que conheceu alguém com uma ideologia muito diferente da sua... 

Passaram a noite a falar. No dia seguinte, apesar das divergências políticas, António Braz tinha descoberto o jornalista certo para o seu “Século de Joanesburgo”.

É dessa coluna onde está o primeiro exemplar do jornal que se justifica o burburinho. Uma senhora descobre o irmão na fotografia. É o jornalista…

O grupo da Aldraba cria uma ligação inequívoca à passagem da exposição que esteve patente em Tondela até 17 de setembro. Contam-se histórias, fazem-se mais memórias e, sobretudo, alargamos numa rede preciosa a figura de um comendador que teve, no papel humanista e no empreendedorismo não bacôco dos dias de hoje, marcas impossíveis de apagar...

À Aldraba o bem-haja pelo momento!


NUNO SANTOS  
(Curador da exposição “António Braz – O Rambóia Comendador”, que foi visitada pelos participantes no XXXIV Encontro da Aldraba, em Tondela, a 29.7.2017)

terça-feira, 31 de outubro de 2017

Ecos do XXXV Encontro em Idanha-a-Nova














































































































































































































































No passado fim de semana de 28/29 de Outubro, a ALDRABA - Associação do Espaço e Património Popular realizou um novo encontro, desta vez no concelho de Idanha-a-Nova, em parceria com a associação local Raia Gerações, que patrocinou o evento, pondo à disposição das três dezenas de participantes (aos quais se juntaram elementos da associação que nos desafiara a fazer a viagem até àquelas terras da raia) um autocarro, que levou os visitantes, durante sábado e domingo, a diversos locais daquele município do distrito de Castelo Branco.

Foi igualmente ofertado a cada participante um adufe miniatura, confecionado pelo artesão Relvas, que saudamos efusivamente. Trata-se de uma pequena grande delícia, que envolveu os nossos corações, com a magia da arte maior daquele artista.

O momento inicial do Encontro ocorreu no Centro Cultural Raiano, o primeiro espaço museológico rural do país, que recorda - através de utensilagem, maquinaria e fotografia - a agricultura nos campos de Idanha.

O antropólogo Eddy Nelson Chambino, um dos anfitriões deste evento [com Carlos Branco e vários associados da Raia Gerações, designadamente Rogério Bentes, Tom Hamilton, João Abrantes e Hélder Pintado], explicou o contexto da criação da exposição permanente, resultante de uma pesquisa, coordenada pelo Professor Joaquim Pais de Brito, também ele antropólogo, coadjuvado por Benjamim Pereira, ambos participantes no desenvolvimento do Museu de Etnologia.

No final da visita ao Centro Cultural Raiano, o presidente da Câmara Municipal de Idanha-a-Nova deu também as boas vindas aos viajantes, que trouxeram muita vontade de participar e desfrutar da riqueza material e imaterial que esta terra de fronteira oferece a quem vem de longe...

O almoço, excelente, decorreu num restaurante da parte antiga de Idanha-a-Nova, seguindo-se uma visita ao Castelo, para contemplar a paisagem raiana. De seguida, percorremos o recinto (com coreto e loja santeira) e a ermida da Senhora do Almortão, sendo informados pelo antropólogo Eddy Chambino dos rituais simbólicos que ocorrem durante os festejos anuais, com adufes e vozes, ininterruptas, que perpetuam o toque mágico desta romaria, reproduzindo o encanto de antanho, que estas tradições guardam, perante romeiros de diversas terras circundantes e de várias localidades do país vizinho.

Imaginam-se cantares e, perante os ex-votos, os guardiões intentam (verbo tão raiano) confirmar a eficácia do culto, operando curas milagrosas, que as crenças evidenciam, através de quadros antiquíssimos, imagens de devoção e testemunhos, expostos para que não se esqueça a lenda.

Sempre presente, acompanhado por vários associados raianos, o amigo Carlos Branco, presidente da Associação Raia Gerações, completou a visita com informações acerca deste fenómeno religioso e social.

Idanha-a-Velha, que se seguiu, é uma aldeia com um riquíssimo espólio material, habitado por sabedorias ancestrais, como aquele senhor que nos informou como se celebra a “serração da velha”.

Visitámos desta feita - e sempre apoiados pelo autocarro que a Raia Gerações nos proporcionou, e informados por Eddy Chambino - a torre de menagem, após uma caminhada pelas ruas, surpreendidos pelas construções em granito, que por vezes remetem para passados marcantes.

Mulheres idosas e gataria povoam recantos com flores, enquanto o sol se derrete nos rostos.

Memorável e encantatória, esta incursão num espaço, que pertenceu à família Marrocos, detentora de terras de perder a vista e também possuidora de um casarão monumental (que o actual governo vai restaurar com fins culturais), rés-vés com a catedral de influência romano-árabe.

Entardecemos a escutar estórias da História, admirando a torre de menagem, erigida sobre um templo romano...

Muito agradável foi a animação musical, a cargo de Solange (voz) e Tom (músico inglês radicado há anos nestas terras), presente inesquecível com que a associação Raia Gerações brindou os viajantes após o jantar. Bem haja, Carlos Branco, pela boa surpresa que dinamizou uma noite em Relva (Monsanto).

Após um sono reparador, no alojamento rural "Quinta da Pedra Grande", houve uma breve visita a Monsanto, em torno da questão da designação "Aldeia Mais Portuguesa", com Eddy Chambino a lembrar que a "Nave de Pedra", como lhe chamou Fernando Namora, o médico escritor que ali residiu e teve consultório, foi para os seus habitantes motivo de orgulho desusado, pois num concurso do SNI ganharam um galo de prata distintivo. Eddy falou em aldeia-espelho, face a uma identidade exacerbada, com o café mais português e a mercearia mais portuguesa...

A manhã de domingo repartiu-se por dois templos de Salvaterra do Extremo e num miradouro, de onde se avista o castelo de Penafiel (Espanha), guiados por um ex-autarca, o senhor António Bernardo, que ofertou a todos o livro "A Festa de Nossa Senhora da Consolação", da autoria do Professor Bonifácio Bernardo.

Os viajantes prosseguiram, almoçando em Zarza la Mayor, e o Encontro terminou, escutando-se narrativas ligadas ao Contrabando, a cargo do autor de "Contrabando em Santana de Cambas", com um resumo do estudo e leitura de duas passagens da obra, intervindo ainda o antigo presidente da Junta de Salvaterra do Extremo e o descendente espanhol de um português contrabandista, além de breves intervenções de participantes, como Manuel Vaz e Rosa Ginja, que relataram experiências familiares.

Bem hajam todos os que quiseram fazer esta viagem e aos anfitriões esplêndidos, que prepararam o Encontro no terreno, idealizando itinerários e contactos, que se revelaram de grande envolvência humana, patrimonial e histórica.

Imenso abraço de gratidão a Eddy Chambino, Carlos Branco, António Bernardo e à Associação RAIA GERAÇÕES!

LFM (texto e fotos)

terça-feira, 24 de outubro de 2017

O património florestal em perigo










Pré-publicação do Editorial do nº 22 da revista ALDRABA, que sairá em breve:

O nosso país assistiu em 2017 à maior catástrofe dos últimos anos no que respeita a incêndios, com a maior área ardida de sempre, com a morte de mais pessoas, com a perda de casas, animais e bens e de um vasto e valioso património natural e ambiental.

Uma negra realidade que se vem repetindo e agravando de ano para ano. Agora, é urgente refletir e agir, nos planos político, social e ambiental. As florestas são um bem comum imprescindível.

Perante tão candente problema, não poderia a nossa Associação deixar de o abordar também aqui, na sua revista, opinando sobre eventuais soluções e manifestar a sua solidariedade às populações afetadas e a quantos intervieram nas operações de combate ao fogo, mormente aos nossos incansáveis e abnegados bombeiros e, bem assim, aos muitos anónimos da solidariedade prestada. A uns e a outros são devidos os necessários esclarecimentos sobre os fundos obtidos, do seu destino e aplicação. A generosidade e solidariedade dos portugueses não podem ser defraudadas.

Portugal tem cerca de um terço do seu território ocupado com florestas, constituindo desde sempre um dos seus maiores recursos naturais e que vem correndo sérios riscos.

Antes do 25 de abril, o interior ainda tinha uma razoável presença humana e uma vida económica própria, com a pastorícia, a silvicultura, a pequena agricultura e a produção animal. Havia a recolha das lenhas para combustível e dos matos para o gado e a adubação das terras.

De tal sorte, o fogo tinha menos condições para a sua propagação e era mais prontamente combatido pelas populações. Então, a intervenção dos bombeiros passava praticamente despercebida, sem o ruído mediático de hoje.

Hoje, estamos acorrentados a um espaço rural despovoado, de fraca natalidade e elevada taxa de envelhecimento, muito por força das migrações, quer para o litoral quer para o estrangeiro. E os terrenos, outrora dedicados à agricultura, deram lugar a matos e a uma mancha florestal onde predomina o pinheiro e o eucalipto, espécimes altamente combustíveis, enquanto os castanheiros, as cerejeiras e os quercus foram desaparecendo.

Portugal é o país europeu que apresenta, proporcionalmente, a maior desertificação humana, mais incêndios, mais área ardida e maior mancha de eucaliptos. É preciso mudar de paradigma de desenvolvimento do interior e de defesa da sua floresta. Em nossa opinião, promovendo:

- Uma política de desenvolvimento regional sustentável, cumprindo-se o objetivo constitucional da criação das Regiões Administrativas, melhor meio para se vencer as assimetrias territoriais;
- Medidas de discriminação positiva que incentivem a fixação de empresas e de pessoas;
- Uma reforma florestal, não desperdiçando as condições ora nascentes. Reforma que contemple os meios, competências e responsabilidades das autarquias na elaboração do cadastro florestal e da sua aplicação, envolvendo as populações;
- A implementação de mais e melhores meios operacionais e humanos, mais sapadores florestais e mais postos de vigilância; rever a nossa política no uso dos meios aéreos. A tragédia dos incêndios não é compaginável com a já chamada “indústria do fogo”;
- Programas informativos e formativos de valorização da floresta e da ética comportamental, a par de medidas legislativas que agilizem e agravem a penalização dos infratores do fogo.

É tempo de refletir e de agir, sem demora.

As florestas constituem um elemento fulcral do desenvolvimento e do nosso ecossistema. São elas que matizam os territórios, purificam o ar e nos dão vida.

O melhor património que é o nosso povo - com o seu saber-fazer, memórias, tradições, cuidando das suas casas, terras e animais - continuará em causa se a justiça não for reforçada com medidas mais punitivas contra os incendiários. Para que não haja mais “época de incêndios”.


Albano Furtado Ginja

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

XXXV Encontro da Aldraba-“Por terras da Beira raiana” Idanha-a-Nova, 28 e 29 de outubro de 2017 (sáb./dom.)















Mais um Encontro da nossa Associação, a realizar nos próximos dias 28 e 29 de outubro.

Desta vez iremos até à Beira raiana, para conhecer Idanha-a-Nova, a Senhora do Almortão, Idanha-a-Velha, Monsanto, onde também pernoitaremos, e Salvaterra do Extremo. Daremos um salto até ao outro lado da fronteira, a Zarza La Mayor, onde almoçaremos com antigos contrabandistas dos dois lados da raia.

Temos à nossa espera um património invejável, tradições e vivências que no passado muito marcaram pessoas e territórios, e amigos que nos acompanharão e connosco irão partilhar o seu saber e o seu amor por estas terras e gentes.

Este Encontro no concelho de Idanha-a-Nova é organizado em parceria com a associação Raia Gerações e com o apoio do Município de Idanha-a-Nova

Objetivos
- Conhecer o património imaterial e material do concelho;
- Partilha associativa entre a Aldraba e a Raia Gerações;
- Fruir das gentes, paisagens, lugares e gastronomia local.

Dia 28 de outubro
Concentração dos participantes às 11h00, em Idanha-a- Nova
Visita ao Centro Cultural Raiano │Etnografia | Historia local
Exposições permanentes │ Agricultura nos campos de Idanha │ Oleiros de Idanha
Exposição temporária │ Club União Idanhense – 100 anos
Almoço │ Senhora do Almortão
Visita ao Santuário da Nossa Senhora do Almortão
Idanha-a-Velha │ Núcleo Epigráfico (Arqueologia) │ Lagar de Varas
Jantar e dormida │ Monsanto

Dia 29 de outubro
Monsanto │ passeio cultural
Salvaterra do Extremo │ passeio cultural
Almoço transfronteiriço com antigos contrabandistas – Zarza La Mayor (Espanha)
Zarza La Mayor │passeio cultural
Final do Encontro pelas 17h00.

As deslocações no interior do concelho, até Zarza La Mayor, e regresso a Idanha-a-Nova, serão feitas em autocarro que nos é cedido localmente.

O alojamento em Monsanto está assegurado em estabelecimento acolhedor, com quartos duplos ao preço de 45€ e quartos individuais a 22,5 €. As três refeições terão preços económicos da ordem dos 10€ cada.


Os associados e amigos que desejem participar neste XXXV Encontro devem inscrever-se até 4ª feira, 25.10.2017, para os e-mails da Aldraba, do Luís Maçarico ou do Albano Ginja (aldraba@gmail.comlmacarico@gmail.com ou albanoginja@hotmail.com), ou para os telefones destes últimos (96 718 76 54 ou 91 477 39 56).

JAF

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

O acervo documental da Aldraba (7bis) - Alentejo

Voltamos a publicar a lista dos textos que constam do nosso acervo relativos ao descritor ALENTEJO, integrado no grupo temático “Regiões portuguesas e lusófonas”. A lista de hoje está substancialmente aumentada em relação à anterior, pois integra agora todos os novos trabalhos sobre o Alentejo editados na revista "Aldraba" de 2013 a 2017:

ALENTEJO
Alexandra Leandro, “João Gonçalves Carrasco”, nº 4 (Dez.2007), p.6
Ana Isabel Carvalho, “As saias, expressão de cultura popular do norte alentejano”, nº 5 (Jul.2008), p.19
Ana Isabel Carvalho, “Santas Cruzes: memória e crença em Vila Nova de S. Bento”, nº 18 (Out.2015), p.21
Ana Isabel Carvalho e Luís Filipe Maçarico, “A magia do café”, nº 17 (Abr.2015), p.2
Ana Machado, “O cante alentejano na Margem Sul”, nº 2 (Nov.2006), p.7
José Rodrigues Simão, “As eiras comunitárias do meu tempo”, nº 20 (Out.2016), p.15
José Rodrigues Simão, “Cinquenta e cinco anos depois, voltei ao cerro do Guizo Pequeno”, nº 21 (Abr.2017), p.24
Luís Afonso, “Gravuras rupestres do Alqueva”, nº 19 (Abr.2016), verso da capa
Luís Afonso, “A ópera e o cante alentejano”, nº 20 (Out.2016), verso da capa
Luís Ferreira, “Os aguadeiros em S. João de Negrilhos”, nº 19 (Abr.2016), p.17
Luís Ferreira, “Poços e noras em S. João de Negrilhos”, nº 20 (Out.2016), p.10
Luís Filipe Maçarico, “Espaço museológico da Junta de Freguesia de Pias”, nº 17 (Abr.2015), p.14
Luís Filipe Maçarico, ““Jordões”: uma tradição singular”, nº 18 (Out.2015), p.16
Luís Filipe Maçarico e Sónia Frade, “João Honrado (O património da memória num testemunho sobre o tempo em que não havia liberdade)”, nº 3 (Jun.2007), p.9
Luís Jordão, “Deambulações”, nº 4 (Dez.2007), p.17
Mª Amélia Sobral Bastos, “Os afectos também são património”, nº 2 (Nov.2006), p.12
Marco Valente, A luz da caniceira – Um conto popular alentejano”, nº13 (Abr.2013), p.16
Marco Valente, “Aldrabas e batentes de Selmes”, nº 10 (Jul.2011), p.4
Marco Valente, “Caminhos da arte rupestre – entre Beja e Olivença”, nº 19 (Abr.2016), p.7
Maria do Céu Ramos, “Fomos a Alcáçovas - concerto de estreia do chocalhofone em 21.6.2015”, nº 18 (Out.2015), p.27
Maria Eugénia Gomes e Luís Filipe Maçarico, “Bento Ramos Sargento”, nº 12 (Out.2012), p.17
Nuno Roque da Silveira, “Lucinda Cruz da Moreanes”, nº 12 (Out.2012), p.21
Paulo Lima,“Património cultural imaterial: conceitos e formas desadequadas de olhar a paisagem”, nº16 (Out.2014), p.7
Ricardo Colaço, “O tesouro da Basílica Real de Castro Verde”, nº 10 (Jul.2011), p.18
Rosa Dias, “O cante alentejano no Porto”, nº 4 (Dez.2007), p.13
Sónia Frade, “Memórias do contrabando em Santana de Cambas”, nº 1 (Abr.2006), p.13
Virgílio Vidinha, “Banda Municipal Alterense”, nº 19 (Abr.2016), p.10

Tal como temos anunciado nos post's desta série, os nossos leitores e amigos que pretendam aceder a alguns destes textos e que se manifestem em comentário ao presente post, ou por e-mail para aldraba@gmail.com, receberão uma cópia digitalizada do ou dos artigos que indicarem.

JAF 
(foto reproduzida de http://traje-antigo-alentejo.blogspot.pt)